• Campo aberto

    Cannabis no campus Nossos repórteres percorreram o campus e não tiveram dificuldade em se deparar com o consumo, a olhos vistos, de maconha nos limites da Universidade. Confira a reportagem aqui.
  • Ecos de ’68

    Mesmo com cursos há meses sem representação e com o eterno embate filiados x não-filiados, movimento estudantil (re)acende a veia política de estudantes que nunca se imaginaram em posição de liderança. Aqui.
  • Emergência

    Hospital das Cl�nicas Referência em Cirurgia da Obesidade e Cardíaca, Transplantes e Gestação de Alto Risco, o Hospital das Clínicas da UFPE é vital para os estudantes da área de saúde, mas não atua no atendimento a alunos. Saiba o porquê.
  • “Xerocando”

    Xerox ou fotocópia?Ilegal ou legítimo? Um estudante fotocopia, em média, mil páginas de livros por cada semestre. Entenda como a marca Xerox virou verbo e substantivo na gramática estudantil da UFPE
  • Multimídia

    Acesse aqui os vídeos, fotos e áudios produzidos durante as reportagens
  • 12345

    Saiba com quantas horas de gravação, solas de sapato, chás de cadeira e bloquinhos de anotação se faz uma reportagem. A gente não gosta de matemática, mas contabilizou tudo!
  • Repórteres

    • descampado
    • Cecília Santana
    • camilapimentel
    • larajornal
    • Bárbara Siebra
    • Gustavo Maia
    • sofiacostarego
    • Mirella Izídio
    • lucianamartins23
    • ineshebrard
    • mariedelbes
    • Rafaella Correia
    • André Simões
    • luisafsantos
    • Carol Vasconcelos
    • clarissagomes
    • Mirella Pontes
    • Rafael Sotero
    • Guilherme Carréra
    • katianectorres
    • Glaucylayde
  • Falem mal, mas falem de nós

  • Passaram por aqui

    • 58,575 hits

Jet lag (ou o bom do mau humor)

Aos poucos que declararam sentir “ânsia de vômito”, náusea, constipação e congêneres com o blog – sim, existem pobres almas suscetíveis assim aos efeitos midiáticos retardados! -, só temos a lamentar (pelos maus bocados os quais fizemos vocês passarem) e agradecer. Muitíssimo.

O bom do mau humor é que ele sempre traz louros ao alvo do escárnio. No caso, nós. Nossos hits triplicaram! :]

Já aos que passaram incólumes à experiência, o agradecimento é, naturalmente, ainda maior. Ao pessoal do Gjol, a bênção! A menção carinhosa ao projeto muito nos orgulha.

Lembrete: como não cobramos assinatura, anuidade e nem senha de acesso, entra quem quer. Quem não quiser, fazendo o favor de procurar um blog “sério, adulto, de olho no relógio e sem tempo para bobagens”, que este aqui é para quem não tem medo de ser feliz e já passou da fase do “cara de enfado cult”. Ok? Cheiro! 

Os Descampados

Estamos seguros no campus?

Em caso de emergência, ligue do celular

A realidade de insegurança vivida dentro da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) funciona como um microcosmo da capital mais violenta do Brasil e quinta do mundo – Recife. É difícil encontrar algum aluno, professor ou funcionário UFPE que jamais tenha sido assaltado ou nem ao menos conheça casos de roubo no campus e arredores. As principais queixas são em relação à falta de controle do fluxo de pessoas que entram na universidade, o baixo contingente de vigilantes nos centros e no campus e a precariedade da iluminação. Acompanhe a reportagem completa na seção (In)segurança.

Quase-editorial

 

Estamos aqui para fazer jornalismo. Precisa dizer que é investigativo? Precisar, não precisa. Mas não custa lembrar. Somos 28 almas inquietas e estupefatas, estudantes do 3º e 7º períodos da UFPE, que resolveram contar histórias. Tudo nos espanta. E (quase) nada nos detém (ao menos é essa a nossa – vã? – filosofia). Decidimos descobrir o campus que nos cerca. O visível e o invisível. O oficial e o paralelo. O acadêmico e o amador. O resultado? Só lendo e comentando para saber. A história não é pouca. O esforço também não. Mas tudo valeu a pena. As almas, claro, não eram pequenas. O convite está feito. É só clicar e viajar. Apertem os cintos.

Meninos, eu vi

campus UFPE

Campus da UFPE/foto: ASCOM

… Meninos, eu vi esta universidade crescer. No início, era constituída das faculdades de direito, engenharia, medicina, belas artes, filosofia e outras menores, algumas com mais de 50 anos. Vi a construção do primeiro prédio da Cidade Universitária – um DESCAMPADO imenso, longe da cidade, sem transporte nem edificações por perto. Era o prédio de medicina e hospital universitário – majestoso, grande, que acompanhei de perto a construção de sua fundação. Depois outros vieram, consolidando o campus com ruas calçadas, saneamento, iluminação, telefonia, comunicação digital.

Jaime Gusmão Filho, professor emérito da UFPE
Publicado originalmente em 24.08.2006 no Jornal do Commercio

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.