• Campo aberto

    Cannabis no campus Nossos repórteres percorreram o campus e não tiveram dificuldade em se deparar com o consumo, a olhos vistos, de maconha nos limites da Universidade. Confira a reportagem aqui.
  • Ecos de ’68

    Mesmo com cursos há meses sem representação e com o eterno embate filiados x não-filiados, movimento estudantil (re)acende a veia política de estudantes que nunca se imaginaram em posição de liderança. Aqui.
  • Emergência

    Hospital das Cl�nicas Referência em Cirurgia da Obesidade e Cardíaca, Transplantes e Gestação de Alto Risco, o Hospital das Clínicas da UFPE é vital para os estudantes da área de saúde, mas não atua no atendimento a alunos. Saiba o porquê.
  • “Xerocando”

    Xerox ou fotocópia?Ilegal ou legítimo? Um estudante fotocopia, em média, mil páginas de livros por cada semestre. Entenda como a marca Xerox virou verbo e substantivo na gramática estudantil da UFPE
  • Multimídia

    Acesse aqui os vídeos, fotos e áudios produzidos durante as reportagens
  • 12345

    Saiba com quantas horas de gravação, solas de sapato, chás de cadeira e bloquinhos de anotação se faz uma reportagem. A gente não gosta de matemática, mas contabilizou tudo!
  • Repórteres

    • André Simões
    • Bárbara Siebra
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    • Carol Vasconcelos
    • Cecília Santana
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    • Guilherme Carréra
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    • katianectorres
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    • Rafaella Correia
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  • Falem mal, mas falem de nós

  • Passaram por aqui

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Jet lag (ou o bom do mau humor)

Aos poucos que declararam sentir “ânsia de vômito”, náusea, constipação e congêneres com o blog – sim, existem pobres almas suscetíveis assim aos efeitos midiáticos retardados! -, só temos a lamentar (pelos maus bocados os quais fizemos vocês passarem) e agradecer. Muitíssimo.

O bom do mau humor é que ele sempre traz louros ao alvo do escárnio. No caso, nós. Nossos hits triplicaram! :]

Já aos que passaram incólumes à experiência, o agradecimento é, naturalmente, ainda maior. Ao pessoal do Gjol, a bênção! A menção carinhosa ao projeto muito nos orgulha.

Lembrete: como não cobramos assinatura, anuidade e nem senha de acesso, entra quem quer. Quem não quiser, fazendo o favor de procurar um blog “sério, adulto, de olho no relógio e sem tempo para bobagens”, que este aqui é para quem não tem medo de ser feliz e já passou da fase do “cara de enfado cult”. Ok? Cheiro! 

Os Descampados

Estamos seguros no campus?

Em caso de emergência, ligue do celular

A realidade de insegurança vivida dentro da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) funciona como um microcosmo da capital mais violenta do Brasil e quinta do mundo – Recife. É difícil encontrar algum aluno, professor ou funcionário UFPE que jamais tenha sido assaltado ou nem ao menos conheça casos de roubo no campus e arredores. As principais queixas são em relação à falta de controle do fluxo de pessoas que entram na universidade, o baixo contingente de vigilantes nos centros e no campus e a precariedade da iluminação. Acompanhe a reportagem completa na seção (In)segurança.

Quase-editorial

 

Estamos aqui para fazer jornalismo. Precisa dizer que é investigativo? Precisar, não precisa. Mas não custa lembrar. Somos 28 almas inquietas e estupefatas, estudantes do 3º e 7º períodos da UFPE, que resolveram contar histórias. Tudo nos espanta. E (quase) nada nos detém (ao menos é essa a nossa – vã? – filosofia). Decidimos descobrir o campus que nos cerca. O visível e o invisível. O oficial e o paralelo. O acadêmico e o amador. O resultado? Só lendo e comentando para saber. A história não é pouca. O esforço também não. Mas tudo valeu a pena. As almas, claro, não eram pequenas. O convite está feito. É só clicar e viajar. Apertem os cintos.

Meninos, eu vi

campus UFPE

Campus da UFPE/foto: ASCOM

… Meninos, eu vi esta universidade crescer. No início, era constituída das faculdades de direito, engenharia, medicina, belas artes, filosofia e outras menores, algumas com mais de 50 anos. Vi a construção do primeiro prédio da Cidade Universitária – um DESCAMPADO imenso, longe da cidade, sem transporte nem edificações por perto. Era o prédio de medicina e hospital universitário – majestoso, grande, que acompanhei de perto a construção de sua fundação. Depois outros vieram, consolidando o campus com ruas calçadas, saneamento, iluminação, telefonia, comunicação digital.

Jaime Gusmão Filho, professor emérito da UFPE
Publicado originalmente em 24.08.2006 no Jornal do Commercio