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Ecos de ’68

por Cecília Santana (cecix_dynamite@hotmail.com)/ Luiz Felipe Campos (lfc_444@hotmail.com)/ Rafael Sotero (rafaelsotero@hotmail.com)

Fato: o jovem balança o mundo, é um construtor de novas culturas. É inerente à condição juvenil o ímpeto contestador, a vontade de transformar. Não é que os outros não sejam capazes de alterar estruturas. É que os mais novos possuem, digamos, a capacidade natural de ver que o tempo provoca mudanças e pede que nos adaptemos a elas.

Porém, de nada adiantaria essa capacidade mutacional sem ações concretas. De uma maneira geral, o brasileiro é consciente das mazelas do país, mas também muito conformista. É simples constatar o problema, achar que a situação está ruim, reclamar do buraco na rua… Difícil é quebrar as barreiras do comodismo e agir como cidadão ao invés de esperar que os outros o façam por você.

Nos universitários com os quais conversamos, vimos não só o perfil de contestadores, mas também a mobilização mínima necessária para o estabelecimento de melhorias no cotidiano deles. Como jornalistas (e ainda em formação), não estamos aptos a determinar soluções para o mundo. Não que esses estudantes sejam a salvação. Mas, detectamos que, de uma geração evidentemente minada pelo individualismo personalista, aparecem pessoas ambiciosas, que têm um projeto de vida para si e para os outros, e o mais importante: procuram realizá-lo.

Para alguns, esses jovens podem até acreditar em ideologias equivocadas, podem ser ingênuos, podem ser românticos. O que não se pode negar é que eles pensam de maneira ampla. Em busca de avanços para o dia-a-dia na universidade, esses estudantes se juntam àqueles que compartilham uma mesma visão, porque sozinho não se transforma potencial em realidade. Sabe-se que esse não é um caminho fácil, assim como se tem certeza de que esse é o único caminho que possibilita a transformação do mundo em sociedade. Como brasileiros, somos muito carentes de um sentimento de união o qual nos livre dessa anestesia que nos impede de tomar atitudes.

Estávamos em dúvida em relação à escolha do tema para a nossa editoria. Quando o tópico do movimento estudantil surgiu na discussão, praticamente uma lâmpada se acendeu sobre nossas cabeças. Percebemos que é praticamente impossível desvincular a vida universitária desse aspecto. Através dos nossos textos, pretendemos não só comprovar os parágrafos anteriores; queremos mostrar como um diretório acadêmico (órgão mínimo de representação estudantil) e seus integrantes têm influência decisiva na nossa vida de estudante. Acima de tudo, vamos mostrar que o mundo também pode ser dos jovens.

O DA e suas funções
Entenda como funciona a máquina burocrática dos DAs e suas esferas de atuação.

Perfil de um integrante do DA
Militância, responsabilidade social e vida política – um pouco do caráter individual dos estudantes.

DAs de Exatas
Entenda o funcionamento dos DAs menos militantes, os preconceitos que os envolvem, as dificuldades impostas pelos cursos e seus objetivos.

A crise do Movimento Estudantil
A crise da esquerda, do romantismo ideologico e os novos direcionamentos do movimento estudantil.

Sem DCE: sem lenço, sem documento
Sem um Diretório Central, os estudantes atravessam grandes dificuldades de representação na Universidade e fora dela.

Saldo pessoal
Recém saídos da Universidade, os estudantes têm à sua frente uma vida profissional permeada por atributos adquiridos na militância.

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