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Microônibus transporta estudantes entre departamentos

Veículo circula pelo Campus entre 7h30 e 17h30, com intervalos a cada meia hora

Por Tatiana Ferraz (mandepratati@yahoo.com.br)

Além dos veículos administrados pela Empresa Metropolitana de Transporte Urbano (EMTU), a própria Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) disponibiliza um microônibus, que circula pelo campus das 7h30 às 17h30. A primeira viagem faz o trajeto Reitoria – Caxangá (viaduto) – Campus – Reitoria. A partir de então, a cada 30 minutos, o micro sai da reitoria e faz o percurso Reitoria – Campus – Reitoria. Nos horários de pico (12h30, 13h30 e 17h), o coletivo segue o mesmo trajeto da viagem das 7h30. Já entre 12h30 e 13h30, o microônibus não roda.

Segundo a diretora da divisão de transportes da Prefeitura da Cidade Universitária, Tereza dos Santos, o ônibus circular existe há cerca de 10 anos. A iniciativa para colocá-lo em circulação teria sido da própria administração da Universidade. “O campus é imenso, gasta-se muito tempo se deslocando de um departamento a outro. Consideramos uma necessidade ter um ônibus interno, tanto para os estudantes quanto para os servidores”, considera Terezinha, como é mais conhecida. O campus da UFPE na Cidade Universitária ocupa um espaço de 149 hectares.

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Atualmente, a Prefeitura da Cidade Universitária trabalha com um microônibus circular e três motoristas, todos terceirizados. Desde que houve essa terceirização, de acordo com a diretora de transportes da Prefeitura, houve redução de reclamações dos estudantes. “Eles criticam mais quando o carro quebra, porque, como só dispomos de um, não há circulação”, conta. Os motoristas também relatam à diretora que, entre as principais críticas dos usuários do microônibus, está a superlotação. “As pessoas reclamam que o carro deveria ser maior”. Durante os trajetos do circular, muitos estudantes, funcionários e servidores ficam de pé.

O ônibus disponibilizado pela UFPE funciona ainda no turno da noite, mas com uma finalidade especial: transportar com segurança as moradoras da Casa do Estudante Feminina, localizada por trás da reitoria, na Rua Lopo Garro, no bairro da Cidade Universitária. Na ida à Universidade, o micro faz duas viagens, saindo da Casa às 18h30 e 20h30; na volta, passa pelos departamentos entre 22h e 22h20, “recolhendo” as garotas. Às 21h, também leva à residência aquelas que fazem cursos de idiomas no Centro de Artes e Comunicação (CAC).

Os universitários da Casa do Estudante Masculina, localizada dentro do campus, próximo ao Núcleo de Educação Física e ao Clube Universitário, não têm a mesma sorte. Apesar da entrada dos alunos que estiverem nas paradas quando o micro passa não ser impedida, os rapazes não estão incluídos no público prioritário do ônibus circular no turno da noite. Em conseqüência, seus horários não são considerados ao se traçar o itinerário do transporte, que oscila de acordo com as necessidades das garotas. “Se as universitárias que estudam no Centro de Ciências Biológicas, por exemplo, não utilizarem o transporte em determinado dia, o micro não precisa passar por lá”, conta Tereza dos Santos.

O estudante de Ciências Biomédicas Márcio Martins (30), que mora na Casa do Estudante, lembra que o ônibus não passa em algumas áreas da Universidade. “Quem assiste às aulas na Área II, por exemplo, não é contemplado”, conta. Helder Teixeira (25), também morador da Casa, está no 5º período de Engenharia Química e cursa algumas disciplinas na área de Ciências Exatas da UFPE.

Para Martins, um microônibus especial para os moradores da Casa do Estudante Masculina não é necessário, mas pontua que uma mudança de itinerário no veículo que circula atualmente poderia beneficiar uma quantidade maior de estudantes. Helder Teixeira concorda e completa. “Como é perto, não há maiores problemas. Mas em época de chuva, principalmente, fica complicado”. Ele diz que, quando estava no primeiro período do curso, o micro passava pela Área II no final da noite, mas atualmente ele não passa mais. “Não sei se não tem mais nenhuma menina da Casa [do Estudante] Feminina estudando lá…”, especula. No final desta página, veja os vídeos com os depoimentos dos universitários.

De acordo com Terezinha, as universitárias da Casa Feminina são contempladas porque fizeram essa solicitação diretamente. “Elas são o público-alvo do nosso transporte à noite”, explica. Outras justificativas são que a residência delas é mais distante e se situa em local ermo, onde não passam ônibus da EMTU.

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