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Realidades Díspares

Estudante de colégio particular e hoje aluno de Jornalismo da UFPE, Francisco Ludermir, 19 anos, não enfrentou dificuldades como as de Bruno. Mas, participando de um projeto chamado Coque Vive, conhece de perto a realidade de jovens carentes. Quando questionado sobre a presença dos estudantes provenientes de escolas públicas na Universidade, Francisco diz que “visto por uma perspectiva social, isso representa uma mudança em favor da eqüidade, na medida em que gera novas opções para essas pessoas”. Ele acredita que o favorecimento do acréscimo dos 10% também é relevante para a existência do equilíbrio. ”As escolas públicas oferecem menos aos seus alunos, se comparadas às privadas, portanto esse acréscimo é uma forma de propiciar uma oportunidade de igualdade”, completa.

Francisco desmistifica a situação/Foto: André Simões

A socialização desses alunos poderia ser vista como tabu, mas Francisco desmistifica a situação. “Acho que a dificuldade de socialização, quando existe, não tem a ver puramente com o preconceito. O que pode dificultar a interação é uma questão de identificação, não propriamente o fato de virem de escola pública”, garante o estudante.A precariedade do sistema público de ensino básico é notória, o que por vezes suscita dúvidas quanto à capacidade de aprendizado desses alunos quando entram na Universidade. Mas o jovem prefere pensar de uma forma diferente e destaca que “se eles conseguiram entrar, mesmo com todos os contratempos por que já passaram, são capazes de superar as dificuldades que possam vir a surgir”. (A.S.)

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