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Biu Vicente, professor de História na UFPE e autor de vários livros, conhece o prejuízo que causam as fotocópias. Por isso, tenta fazer com que os seus estudantes jamais recorram às casinhas de xerox. Porém, em raras ocasiões, consciente de que fotocopiar é necessário, ele pede cópias de alguns capítulos. “Faço isso contra a minha vontade, e indicando sempre aos alunos que a melhor opção é mesmo comprar o livro”, explica. Ele lamenta dos preços de livros sejam tão elevados. O estudante de letras Felipe Luiz Paschoal queixa-se também. “Quando são livros de literatura, aí eu compro, porque ele é para ser lido inteiro, e não só por partes”, diz.

Agora invertamos os papéis. Se o estudante virasse escritor anos depois, como ele reagiria? “Ficaria indignado, porém nada surpreso, eu saberia por que as pessoas fotocopiam”, responde Felipe. Segundo a estudante de filosofia Louise, a real função do escritor é despertar o desejo da leitura nas pessoas. “Está funcionando como um poço de petróleo. No início, as pessoas xerocam, mas depois espero que elas comprem o livro, como o que se faz com o download de música na Internet”. A esse respeito, Biu Vicente dá uma dica muito boa para seus estudantes: comprando um livro só por matéria, eles podem ter um acervo de até 50 volumes no dia da sua formatura.

O estudante precisa e quer aprender, porém muitas vezes não possui a renda suficiente. Apesar de caro, a compra de um livro é um excelente investimento. Duas verdades que levam à prosperidade das xerox. Finalmente, desde que o direito de informação bate com o direito autoral, a questão das xerox fica aberta.

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