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Sexo, droga e rock ‘n roll

Habitações coletivas estão sujeitas a, pelo menos, duas regras. A primeira é a regra geral e oficial, aplicada a todos que vivem ali. Nas Casas do Estudante da UFPE essa primeira legislação é representada pela Resolução nº1/99, pelos conselhos do DAE e pela diretoria da casa. As segundas leis são criadas pelos ‘xepeiros’ e são aplicadas dentro de cada quarto. Algumas vezes, as leis dos dormitórios contrariam a lei da casa.

Por exemplo, todos sabem que, pela resolução, é proibido oferecer ou admitir pernoite de não residentes nas CEU’s, mas no quarto do Luís é permitido trazer meninas “para dormir ou fazer qualquer outra coisa” sob algumas condições, como ter certeza que os outros três não voltarão na noite e que o xepeiro use apenas a sua cama. Se depois disso algo sumir ou aparecer quebrado no quarto, a primeira suspeita recairá sobre quem recebeu a visita.

Algumas regras internas são bastante curiosas, como no dormitório do Luís, onde é terminantemente proibido andar só de cueca e fazer pregações religiosas.

Apesar de possuírem sala de TV e laboratório de informática, os quartos são genericamente bem equipados com geladeiras, televisão, muitas vezes mais de um computador com Internet e som. O que pode causar aborrecimentos pois às vezes os decibéis mais exaltados do rock atrapalham o estudo e o descanso de outros colegas. Principalmente se for ao lado da biblioteca da casa, mas levando-se em consideração que ela quase nunca está funcionando, realmente não há problemas.

Outra regra oficial é o veto ao uso ou obtenção de bebidas alcoólicas ou substâncias psicoativas, mas na prática a questão é bem diferente. “Maconha aqui é um artigo banalizado”, conta Luís. Ele diz que até já ouviu falar em visita de traficante dentro da casa, fato que o DAE nega. Luís conta que a última vez que o reitor Amaro Lins foi à casa, um residente falou em Assembléia que era usuário de drogas e que não iria deixar de ser. O reitor lamentou e pediu que ao menos não se drogassem dentro da casa. (O episódio também foi registrado nesta matéria).

A diretoria aponta o álcool como o maior causador de danos para a CEU. “Alguns estudantes exageram, chegam bêbados e quebram portas, janelas, box de banheiro”, diz Jadilson. O baiano Jetson Lopes, outro diretor da casa e estudante de Serviço Social, completa que essas pessoas “usam do subterfúgio da bebida para agredir homossexuais da CEU e até os funcionários que trabalham aqui”. A assistente social admite que é muito difícil controlar a utilização de drogas na casa.(MI)

*Luís é um nome fictício que a reportagem dessa matéria utilizou para proteger a identidade de sua fonte.

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Uma resposta

  1. Que absurdos voces postam por aqui. se quiserem se manifestar contra as pessoas que criticam podem mas deixem de ser conservadores!!!!!!!!!!

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