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PROJETOS DA UFPE TENTAM SOBREVIVER

Por Katiane Torres (katy_ane1314@hotmail.com)

A UFPE – Universidade Federal de Pernambuco – através do UFPE para todos (Programa de Extensão que engloba as diversas ações sociais da Universidade) propõe a criação de projetos que estimulem a interação da comunidade acadêmica e a população de baixa renda.
Com esse intuito, o Núcleo de Educação Física e Desportos (NEFD) desenvolveu o PRO-NIDE (Programa de Iniciação no Desporto Especial) e o ARTE-NIDE (Artesanato na Iniciação do Desporto Especial).
O ARTE-NIDE surgiu com o objetivo de ocupar os familiares e as pessoas que acompanham as crianças com deficiências. O acesso às oficinas de capacitação possibilita aos pais das crianças criarem objetos artesanais para vender. Além disso, através de práticas de ações educativas, os familiares aprendem a conviver com as diferenças.
  O PRO-NIDE foi criado em 1996 para promover atividades com pessoas que tenham algum tipo de deficiência, oferecendo esportes, lazer e dessa forma contribuir com o desenvolvimento e a integração social dos alunos. As maior parte das matrículas é de criança, mas o programa é aberto para todas as idades. Durante três anos tinha uma equipe multidisciplinar formada por especialistas nas áreas de medicina, enfermagem, nutrição, fisioterapia, psicologia, assistência social e fonoaudiologia. “Nós tínhamos todo esse apoio para trabalhar com as crianças”, recorda o professor Luiz Carlos de Araújo, atual coordenador do programa.
O programa disponibilizava atividades esportivas como natação, futebol de salão, ginástica rítmica, dança, atletismo, hóquei e patinação para cerca de 500 crianças com deficiência intelectual, auditiva e física.
Atualmente, o programa conta com a ajuda de apenas uma médica que atende toda a comunidade do campus, uma enfermeira e estagiários. O que aconteceu com o aparato de especialistas que compunham a equipe do PRO-NIDE?
Durante os três primeiros anos o programa funcionava com a ajuda financeira do Ministério do Esporte. Depois, o projeto não foi mais aceito. “Eles alegavam que havia erros no projeto e o documento terminou sendo engavetado”, desabafa o professor Luiz Carlos de Araújo.
O PRO-NIDE sobrevive hoje diante de muitas dificuldades e dos 500 alunos que faziam parte do projeto, apenas cem participam atualmente. O governo federal não apóia financeiramente o programa e as empresas privadas desconfiam do fato de um projeto da UFPE necessitar de verba. “Essas empresas não querem nos patrocinar porque quando sabem que o projeto é da UFPE, acham que temos a ajuda do governo federal.” diz o coordenador do PRO-NIDE.
Aos trancos e barrancos o PRO-NIDE continua atuando na vida das crianças e seus familiares. Se o projeto acabar, muitos dos alunos ficarão sem atividades esportivas, sem o convívio dos amigos e sem acessibilidade.

 Veja a entrevista  do coordenador do PRO-NIDE (Luiz Carlos de Araújo):

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