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Torre de Pizza

por Bárbara Siebra, Glaucylayde dos Santos e Rafaella Correia

PIZZAS, CREPES E BAIÃO-DE-DOIS
por Glaucylayde dos Santos
kikacroft@hotmail.com

Torre de Pizza… Mas Torre de Babel também seria apropriado. Seja pela diversidade de línguas em que se pode pedir um prato nos restaurantes dos centros – “Un crêpe, s’il vous plaît” ou “Manda uma macaxeira com charque aí, cabra!” – seja pelo fato de que, em algumas ocasiões, ninguém se entende. Duvida? Experimente perguntar para alguém por que o antigo restaurante universitário fechou. Ou mesmo se sabia que já houve um por estas bandas.

Montagem por LRGx20, retirada do site Worth1000

Agora tente convencê-lo de que a inauguração do novo restaurante está prevista ainda para este ano. Ele pode até entender, mas duvido que vá acreditar…

E tudo isso é verdade! Sim, já tivemos um restaurante universitário e o motivo do fechamento criou até lenda urbana. Sim, a culinária mundial se encontra aqui, mas tem charque no yakissoba. Ninguém morre de fome no Campus da UFPE – principalmente se tiver um bom dinheiro pra gastar.

A alimentação sempre foi uma fonte de preocupação, especialmente para quem passa muitas horas na Universidade. O pessoal do horário integral que o diga! As cantinas dos centros vieram para facilitar a vida dos estudantes. Com o restaurante instalado dentro do centro o aluno não precisava mais percorrer grandes distâncias para poder se alimentar. Mas a lista de opções não é muito grande: na maioria dos centros há apenas uma cantina.

Montagem por LRGx20
retirada do Worth1000

Concorrência baixa, preços altos. É assim que o mundo funciona, fazer o quê? Mas como quem não tem cão caça com gato, quem não pode comer caviar vai de “dogão do poeirão”, mesmo. E é assim que o comércio informal nasce. Nasce, cresce, se reproduz e reproduz e reproduz…

Na escolha entre preço baixo e comida boa, os alunos querem os dois, por que
não? Aí recomeçam as reivindicações pela volta do Restaurante Universitário, com bandejão a um real, de preferência. Projeto, licitação, construção e mais construção… E nessa historinha já se vão cinco anos. Enquanto isso, continuamos pagando caro pela comida boa, quando dá, e não tão caro por uma refeição não tão boa, quando a situação aperta.

Vamos ver como andam as coisas. Prepare sua pipoca e curta os “filmes” em cartaz…

Como abrir um restaurante em 10 anos
Tudo o que conseguimos apurar sobre a construção do Restaunte Universitário, o famoso RU, e as expectativas dos estudantes.

Todas as cantinas da Federal
Uma geral sobre as cantinas dos centros: Qual o critério de escolha das empresas para a terceirização? Como ocorre a fiscalização das condições de higiene? E quanto aos preços? E ainda, como ficarão essas cantinas após a abertura do RU?

Cefichtown
Calçada da alimentação, comércio informal, pólo gastronômico… Os nomes são muitos e as variedade também. Leia a respeito, clicando no link acima.

Arquitetura para fotalecer identidades
Entrevista com o Prof. Ênio Eskinazi, arquiteto responsável pelo projeto do RU. Os detalhes sobre o novo restaurante, como fucionaram os antigos e por que por enquanto o RU continua sendo uma lenda do campus, link acima!

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