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Compra e venda

Texto por Clarissa Gomes, Débora Duque e Mykaela Plotkin
Foto por Gustavo Maia

Dentro da UFPE, o tráfico de drogas é praticamente inexistente, mas eventualmente acontece. Quem utiliza, na maior parte, não compra na universidade e nem conhece alunos que vendam lá dentro. Mas, a presença de traficantes na redondeza é um fato. Alguns deles até chegam a entrar e permanecem no estacionamento do CAC, negociando com os alunos. Entretanto isso não é o comum, já que o campus é visto mais como um local de consumo do que de fornecimento.

Já nos bares vizinhos, é mais fácil comprar a droga. Um aluno de arquitetura já teve a experiência de comprar maconha em um estabelecimento localizado naquele perímetro.

A dificuldade de distinguir os traficantes dos demais freqüentadores dos bares torna a comercialização discreta. “Eu já joguei dominó com um traficante no Bigode, sem saber de nada. Quando ele mostrou a arma fiquei branco. Eu não esperava por uma dessa, o cara sentado tomando cerveja comigo…”, diz um estudante de Engenharia Elétrica.

O delegado Francisco Rodrigues, da Delegacia de Combate ao Narcotráfico, explica que o consumo e a venda registrados nessas localidades são irrisórios. “Focamos nosso trabalho nos grandes traficantes, por requerer um esforço tão grande quanto o exigido para desarticular a atuação de um traficante de menor porte. Acreditamos que assim a contribuição para a sociedade é maior”.

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