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Ensaio sobre a cegueira

Texto por Clarissa Gomes e Sofia Costa Rêgo
Foto por Clarissa Gomes

Nem todos percebem que o uso de drogas é escancarado nesses centros. Na opinião de Armando Nascimento, “o consumo é feito de uma forma que a segurança não vê”. Há três meses cobrindo á área do CAC e do CFCH, junto com mais quatro seguranças que fazem a ronda, o segurança da UFPE, Roberto Fernando dos Santos, afirma nunca ter visto estudantes usando drogas por lá. “No tempo que eu estou aqui, há mais ou menos uns três meses, nunca presenciei nada de assalto nem consumo de drogas não”.

Quando interrogados sobre repressão, os entrevistados são enfáticos: nunca foram repreendidos e dificilmente sabem de casos de pessoas que foram. “Acho que fora do campus nem tanto, mas aqui dentro deveria existir algum controle. Mas realmente é complicado porque todo mundo usa, e se você for repreender todo mundo…”, diz a estudante de design, Pollyana Barbosa. Essa ausência de medo por parte dos alunos faz com que eles se considerem cada vez mais livres dentro da universidade, o que não os impede de tomar alguns cuidados como, por exemplo, levar sempre consigo apenas a quantidade para consumo próprio. Caso sejam abordados, estarão prevenidos contra possíveis suspeitas de tráfico.

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